Entendendo mais um pouco sobre o Direito à Comunicação.
Oi turma da tecs!
No dia 17/07/2025 tivemos o privilégio de entender mais sobre o Direito à Comunicação através do podcast “Fala que eu te escuto”, apresentado na sala de aula, que trouxe informações muito importantes. Um tema que, mesmo fazendo parte da nossa rotina, muitas vezes passa batido.
Durante o episódio, ficou muito claro que comunicação não é só ter um celular na mão ou postar nas redes sociais. É mais do que isso: é ter acesso à informação confiável, poder se expressar livremente, ser ouvido e participar das decisões sociais e políticas. Ou seja, é um direito fundamental que garante nossa presença ativa no mundo.
Um ponto que nos marcou foi perceber como esse direito nem sempre é garantido para todos na prática. Muitas vozes ainda são silenciadas, ignoradas ou distorcidas, principalmente de grupos marginalizados. O podcast fez a gente pensar: quem está sendo ouvido na sociedade? E quem continua falando, mas não tem retorno?
Esse debate em sala foi importante porque nos lembrou de que o direito à comunicação também está ligado à educação. A escola precisa ser esse espaço onde a gente aprende a escutar e ser escutado, onde ideias circulam, onde todo mundo tem vez e voz. Além disso, a escola tem o papel de preparar crianças e jovens para serem críticos diante da mídia e da sociedade digital, entendendo a importância de analisar informações que são transmitidas.
Durante as discussões, também percebemos como as grandes mídias, como televisão e rádio, estão concentradas nas mãos de poucos grupos (como a Globo, SBT, Record etc...), o que muitas vezes gera um controle sobre as informações, só passam o que é de interesse maior para eles, muitas vezes de forma a manter a população alienada. Isso mostra que o direito à comunicação não é igual para todos, e que precisamos lutar por uma mídia mais democrática, que dê espaço a diferentes vozes.
No final das contas, ouvir o “Fala que eu te escuto” foi um convite para a gente pensar sobre a nossa responsabilidade de comunicar com consciência, respeitar a diversidade e defender o acesso à informação como um direito de todos. Porque garantir o direito à comunicação é dar acesso, abrir espaço, educar para o respeito e construir pontes entre diferentes vozes.
Isso ai meninas, a apresentação foi importante para esclarecer como a comunicação e o direito a rede vai muito além do que achamos conhecer. É evidente que o direito a comunicção é um acesso que vai além de possuir um Iped na mão, é o contato e a fala ouvida, na escola é o lugar onde isso deve se concentrar, visto que é lá que dividimos e olhamos para o outro com igualdade, apredendo a desenvolver o processo de escutar e ser escutado, dividindo histórias e informações do dia a dia. Além disso, é um ponto marcante que as mídias que estão presentes na TV ou rádio selecionam aquilo que querem divulgar e muitas vezes não dão espaço para que outras vozes sejam ouvidas, assim como foi pontuado na discussão de vocês. Muito bem meninas, foram pontos essenciais trabalhados.
ResponderExcluirÓtima reflexão meninas, a discussão trouxe reflexões importantes sobre a desigualdade no acesso a esse direito podcast o debate em sala evidenciaram como este ainda é negado à muitos. Focando sobre domínios daqueles que podem escolher o que vai ou não ser passado à população. A escola deve ser um local que garanta este direito à todos !
ResponderExcluirHaile e Jasmym, belíssima reflexão! Agora, poderiam colocar um link para um dos blogs que está o podcast Fala que eu te escuto, né? O vídeo que trouxeram é interessante, mas está solto, como um complemento e não dentro da argumentação. Para contribuir, importante pontuar que o direito à comunicação e o direito à educação estão profundamente interligados, pois ambos são pilares da construção da cidadania, da democracia e da justiça social. Um não se efetiva plenamente sem o outro. Sem comunicação não há educação dialógica, crítica nem emancipadora. E sem educação, o direito à comunicação se fragiliza, pois as pessoas não terão meios de exercer sua liberdade de expressão com consciência, responsabilidade e participação social. Pensemos sobre isso!
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